Diário
Quinta-feira: o telefone toca. Grandes surpresa e contentamento invadem sua mente. Tem sido uma semana incrível para ele, e ainda mais agora com esta resposta.
Sexta-feira: seu espírito enche-se de alegria ao falar com ela. Admira-se com a felicidade, agora tão intensa neste momento conturbado de sua vida.
Sábado: encontra-se com amigos. Planos são feitos, enquanto os atuais são desfeitos. Daqui a uma semana é aniversário de um destes amigos. A idéia era prestigiá-lo, no sábado seguinte, mas ele não irá. Só conta com esta oportunidade para vê-la, depois disto, só duas semanas depois. Muito tempo para esperar. E muito egoísmo também. Sua felicidade é mais importante que a felicidade dos outros.
Semana seguinte: dia após dia, hora após hora, o tempo não passa. Semana angustiante. Provas. Ele só pensa nela. Recebe um conselho de uma pessoa importante: cuidado para não cair do cavalo.
Sábado, o dia tão esperado: ele vai na aula de manhã, pegando a estrada lodo em seguida, para o encontro. 18 horas foi o horário marcado, no cinema. 18:20 já estavam na sala. Premeditadamente eles não viram o filme, mas se conheceram aos poucos. Criaram laços. Falaram sobre a vida, sobre além da vida, e sobre coisas sem sentido na vida. Quando faltou assunto, os olhos falavam por eles. Mas nada dura para sempre, e eles tiveram que se despedir.
Domingo: extasiado com o dia anterior, tudo o que ele faz é pensar nela. Pensa tanto positivamente, quanto negativamente. Pensava no quanto ele gostou de estar ao lado dela, no quanto ele se sentia bem ao lado dela, no quão bom foram aqueles momentos. Mas também pensou se aquela não seria a última vez que a veria, ou se não haveriam outros como ele. Cheio de dúvidas, ele ficava consternado. Mas ao mínimo sinal de uma notícia dela, já mudava de humor. Constantemente ele pensa no futuro, mas só o que o consola é a idéia de que preocupar-se com o futuro é bobagem.
Segunda-feira, e depois: contando os dias para reencontrá-la...
Que maneira melhor de conhecer alguém, do que através de um beijo?
Sexta-feira: seu espírito enche-se de alegria ao falar com ela. Admira-se com a felicidade, agora tão intensa neste momento conturbado de sua vida.
Sábado: encontra-se com amigos. Planos são feitos, enquanto os atuais são desfeitos. Daqui a uma semana é aniversário de um destes amigos. A idéia era prestigiá-lo, no sábado seguinte, mas ele não irá. Só conta com esta oportunidade para vê-la, depois disto, só duas semanas depois. Muito tempo para esperar. E muito egoísmo também. Sua felicidade é mais importante que a felicidade dos outros.
Semana seguinte: dia após dia, hora após hora, o tempo não passa. Semana angustiante. Provas. Ele só pensa nela. Recebe um conselho de uma pessoa importante: cuidado para não cair do cavalo.
Sábado, o dia tão esperado: ele vai na aula de manhã, pegando a estrada lodo em seguida, para o encontro. 18 horas foi o horário marcado, no cinema. 18:20 já estavam na sala. Premeditadamente eles não viram o filme, mas se conheceram aos poucos. Criaram laços. Falaram sobre a vida, sobre além da vida, e sobre coisas sem sentido na vida. Quando faltou assunto, os olhos falavam por eles. Mas nada dura para sempre, e eles tiveram que se despedir.
Domingo: extasiado com o dia anterior, tudo o que ele faz é pensar nela. Pensa tanto positivamente, quanto negativamente. Pensava no quanto ele gostou de estar ao lado dela, no quanto ele se sentia bem ao lado dela, no quão bom foram aqueles momentos. Mas também pensou se aquela não seria a última vez que a veria, ou se não haveriam outros como ele. Cheio de dúvidas, ele ficava consternado. Mas ao mínimo sinal de uma notícia dela, já mudava de humor. Constantemente ele pensa no futuro, mas só o que o consola é a idéia de que preocupar-se com o futuro é bobagem.
Segunda-feira, e depois: contando os dias para reencontrá-la...
Que maneira melhor de conhecer alguém, do que através de um beijo?
